Rotas Especiais em Belo Horizonte


Após o esforço daABRAPHE, que desde 2011 vem atuando com suporte da subsede Minas junto às autoridades locais em defesa das Rotas Especiais de Helicópteros – REHs em Belo Horizonte,  os procedimentos IFR da TMA-BH serão modificados para facilitar a circulação VFR (aviões e helicópteros) nos setores NW da CTR-BH. Assim as propostas de REH serão redefinidas.  Os esforços agora estão no Acordo Operacional entre APP-BH / Radio Carlos Prates / EFAI / HeliBH. As propostas são de que os helicópteros possam ingressar pelo setor norte de SBPR utilizando a mata do Castelo como referência. Neste caso, as aeronaves do EFAI irão apenas monitorar o APP-BH, sem chamada inicial, até o ingresso no circuito de SBPR.

 

Este procedimento não será exclusivo para o EFAI. Já para o Heli-BH será permitido, dentro de uma área de 3NM e limite vertical de 4800′, a evolução dos helicópteros em 123.45. O abandono desta área para o setor sul será realizado apenas monitorando a frequência do APP-BH, neste caso é compulsória a apresentação do FPL previamente à sala AIS. O contato com o APP poderá ser feito com a aeronave em voo dentro da área descrita.

 

No futuro, o APP-BH  irá emitir uma AIC com publicações e cartas de corredores REA e REH redesenhando a circulação VFR na TMA e CTR BH, para aumentar a sua capacidade e segurança. Livrar e desafogar frequências, etc.

A proposta enviada pela ABRAPHE em 2011 e acatada pelo DTCEA/CF após audiências públicas e reuniões com os operadores da região  compreende a redução e ascensão da CTR, criando um espaço “G” para que os helicópteros circulem coordenando em frequência específica com Código XPDR discreto, conforme ocorre em SP.

O case de sucesso em São Paulo e no Rio de Janeiro foi usado como justificativa e modelo à proposta enviada. A expectativa é de máxima capilaridade e abrangência para a melhoria do fluxo no terminal BH.

O DTCEA propôs aos usuários acordos operacionais imediatos  e estimou 8 meses a 1 ano para a conclusão dos estudos e ensaios em voo, onde a ABRAPHE está participando ativamente.

O comandante do DTCEA/CF Cap. Jeronimo Inácio, juntamente com os assistentes M. Francisco, Orpheu, Grigório, Fernandes, Tonetti e J Roberto compõem a equipe de estudos e elaboração deste processo.

 

Assim que a viabilidade técnica e operacional for verificada, as rotas IFR alteradas e os corredores “testados” será publicada a AIC que oficializa o procedimento.  Manteremos todos informados.

 

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